Quem sou eu
Minha trajetória não foi construída em linha reta. Foi construída por conexões.
Sou Elizabete Moreira Dias, advogada e professora. Antes do Direito, vieram a Geografia e a Engenharia Elétrica. Antes da advocacia, vieram a pesquisa, a docência e a experiência de enxergar problemas por diferentes perspectivas.
Sou bacharel e licenciada em Geografia pela Universidade de Brasília – UnB, mestre em Engenharia Elétrica pela UnB e graduada em Direito pela UDF. Atuei como pesquisadora e consultora do PNUD, em trabalhos relacionados ao Programa Luz para Todos e às energias sustentáveis para regiões isoladas da Amazônia.
Foi justamente nesse encontro entre tecnologia, políticas públicas e inclusão social que o Direito deixou de ser apenas uma inquietação pessoal e se tornou uma escolha profissional.
Hoje atuo na advocacia Cível e Empresarial e na docência universitária tenho lecionado Direito Empresarial e Introdução ao Estudo do Direito.
Entretanto, embora sejam motivos de orgulho, estes títulos e trajetórias contam apenas parte da minha história pessoal e profissional.
Minha essência e os reflexos na minha advocacia
Entre o conflito e a sentença existe um espaço para construir soluções. É nesse espaço que escolhi exercer a advocacia.
Minha relação com o Direito começou muito antes da graduação. Ao longo da minha formação pessoal e acadêmica, sempre me interessou compreender diferentes pontos de vista, argumentar, ensinar e buscar soluções para situações que me pareciam injustas. Com o tempo, percebi que essas características não eram apenas traços da minha personalidade: poderiam se transformar em profissão.
Costumo usar uma imagem para explicar quem sou: o caule.
O caule sustenta, conduz e conecta. Entre a raiz e os frutos, estabelece a ligação entre diferentes partes de uma mesma estrutura. Talvez por isso minha trajetória tenha transitado por áreas aparentemente tão distintas. Geografia, Engenharia e Direito não representam rupturas para mim, mas diferentes formas de compreender pessoas, relações, estruturas e conflitos.
Essa percepção também explica a maneira como compreendo a advocacia. Vejo o advogado como um elo entre o cidadão, o conflito e a Justiça: alguém capaz de sustentar direitos, conduzir interesses e construir caminhos antes que seja necessária a intervenção definitiva do Estado, que, pela sentença, inevitavelmente estabelece vencedores e vencidos.
É nesse espaço que encontro uma das funções mais importantes da advocacia: a possibilidade de transformar confronto em composição. Conciliar permite construir soluções em que o Direito não seja apenas imposto às partes, mas utilizado por elas para encontrar equilíbrio, segurança e, sempre que possível, pacificação.
Essa lógica orienta minha atuação profissional.
Não acredito no conflito pelo conflito. Defender um cliente com firmeza não significa transformar toda divergência em guerra. Significa compreender o problema, identificar direitos, estabelecer limites e buscar a solução juridicamente possível que melhor proteja seus interesses.
Para mim, ganhar juridicamente é obter aquilo que é devido, na forma do Direito e com respeito ao direito do outro.
Por isso, não vejo a conciliação como sinal de fraqueza ou de menor combatividade. Ao contrário: saber até onde avançar, quando negociar e quando litigar exige técnica, estratégia e compreensão das consequências de cada escolha.
Entre o conflito e a sentença existe um espaço para construir soluções. É nesse espaço que escolhi exercer a advocacia.
A minha visão da advocacia
Acredito em uma advocacia firme, técnica e estratégica, mas também responsável pelas consequências das soluções que constrói. O melhor resultado jurídico não deve ser medido apenas pelo ganho imediato, mas também por seus efeitos patrimoniais, emocionais e relacionais.
O advogado deve defender com firmeza os interesses de quem lhe confiou sua causa, sem perder de vista sua condição de profissional essencial à administração da Justiça.
Conhecer para prevenir. Dialogar para solucionar. Litigar quando necessário.
Fazer do Direito um caminho para atravessar crises — não para criá-las.
Da minha trajetória nasce o ESC
É dessa combinação que nasce o ESC – Empresarial sem Crise.
Um espaço em que minha experiência como professora encontra minha atuação como advogada; em que a teoria conversa com os problemas reais das empresas; e em que estudantes e empresários podem compreender o Direito Empresarial sem a distância, o excesso de formalismo e a linguagem que tantas vezes dificultam seu acesso.
Este site é o elo entre minha história, a advocacia e a sala de aula.
No campo pessoal, encontro o prazer de buscar a Justiça.
Na advocacia, a possibilidade de dar voz, orientação e segurança a quem precisa atravessar um conflito.
Na sala de aula, a oportunidade de traduzir o conhecimento e torná-lo compreensível.
O ESC nasce da conexão entre esses três caminhos.
Essa sou eu. E essa é a essência do Empresarial sem Crise.
